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  • Rudy Rafael

A separação do joio do trigo está feita

Atualizado: 22 de jan.

“Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro’.” – Mateus 13:30.


Foi no ano de 2020 que a tão esperada separação do joio do trigo ocorreu na humanidade. Foi através do posicionamento de cada um entre defender ou não o colapso da economia mundial através das paralisações em razão da pandemia do coronavírus que houve a separação do joio do trigo na humanidade, foi através de cada intenção em favor das paralisações ou em favor do seguimento da vida.


Foi estabelecido pela Espiritualidade como critério para a separação do joio do trigo na humanidade a questão da defesa consciente da fome, pois o que o colapso da economia mundial através das paralisações gera é a fome, acompanhada de medo e desespero. As pessoas que optaram por apoiar a fome, o medo e o desespero deverão fazer parte do Reino de quem isso propaga.


Nessa separação foi a primeira vez em que a Espiritualidade pôde julgar conscientemente toda a humanidade por uma única questão, pois toda a Terra passou pela situação de ter que apoiar ou não as paralisações. Todos os seres humanos puderam ser julgados pela Espiritualidade exatamente no mesmo tempo, pelo mesmo conteúdo e na mesma forma, algo inédito na história da humanidade.


O Universo é movimento e cabe ao ser humano movimentar-se para trabalhando obter o seu sustento e o de sua família e quando a humanidade escolheu impedir que as pessoas trabalhassem para obter o seu sustento e o de sua família a humanidade alcançou o limite permitido pela Espiritualidade. Sem trabalho, sem sustento. Sem sustento, fome e com fome o medo e o desespero.


Ninguém poderá dizer que “não sabia” que se a economia parasse através das paralisações as pessoas ficariam sem dinheiro para comprar comida e sem dinheiro para sobreviver e ninguém poderá dizer que defendeu as paralisações porque “se preocupava com vidas”, pois a Espiritualidade sabe perfeitamente o que há dentro de cada um e sabe perfeitamente bem quais são os motivos de cada um.


A defesa da paralisação da economia mundial foi a maior prova de egoísmo da história da humanidade, pois jamais a humanidade teve a oportunidade de provar como civilização que não se preocupava em absolutamente coisa alguma com o próximo, pois foi exatamente isso o que ocorreu. A primeira vez em que a civilização terrena se uniu foi por puro egoísmo de cada um pensar em si mesmo.


As pessoas não defenderam as paralisações porque se preocuparam com a vida dos outros, mas porque não queriam ser contagiadas, não queriam ter que competir por UTIs, não queriam ser responsabilizadas por eventuais mortes e por toda sorte de coisas que diziam respeito unicamente a si mesmas e ao seu próprio bem. Pelo medo de morrer não se importaram com nada e com ninguém.


A intenção global da humanidade movida em favor da fome a ser gerada através das paralisações foi o limite permitido pela Espiritualidade e aí a Espiritualidade teve que agir para realizar a separação do joio do trigo, pois uma civilização que conscientemente escolhe o sofrimento de um planeta indica uma ruptura e assim duas humanidades surgiram, cada qual com seu Senhor.


Muitos imaginaram que a separação do joio do trigo seria um evento cinematográfico, com legendas gigantes pelos céus do planeta e com trombetas anunciando pelo mundo o evento, mas não há evento maior do que a Espiritualidade ter a ciência cabal de quem são os seres humanos que estão dispostos a causar a fome, o medo e o desespero em bilhões de pessoas meramente para se safar.


As pessoas que por medo de morrer estiveram dispostas a sacrificar a vida de bilhões de pessoas através de fome, do medo e do desespero ao colapsarem a economia mundial não poderão viver no reino daquele que sacrificou a própria vida em favor do próximo: Jesus Cristo. A separação do joio do trigo está feita e não há como voltar atrás. O destino do mundo segue o seu curso.

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